Serial Killers

Conheça alguns Serial Killer pelo mundo

Pedro Alonso Lopez (300+)

O mais mortal serial killer dos arquivos, conhecido como Monstro dos Andes, agiu em três países. Nasceu na Colômbia, mãe prostituta que o expulsou de casa aos oito anos de idade por ele ter acariciado sua irmã mais nova. Para piorar as coisas, foi recolhido por um pedófilo e sodomizado à força. Aos dezoito anos, foi espancado na prisão por uma gangue e se vingou matando três de seus algozes.

Ao ser colocado em liberdade, começou eliminando meninas com júbilo e impunidade. Em 1978, já havia assassinado mais de cem meninas no Peru. Mudou-se para Colômbia e Equador, onde matava em média de três vezes por semana. Tinha preferência em matar meninas equatorianas, pois segundo ele, eram mais gentis e confiáveis, mais inocentes. A polícia atribuiu o grande número de desaparecimentos de garotinhas às atividades de escravização e prostituição na área.

Em 1980, um dilúvio de sangue revelou a primeira de suas vítimas. Quando foi novamente preso, contou aos investigadores as assustadoras histórias de sua trilha de morte. No início, as autoridades estavam descrentes sobre o relatado, mas todas as dúvidas desapareceram quando ele mostrou o local onde estavam enterradas mais de cinquenta corpos. Acredita-se que trezentos assassinatos ainda seja uma baixa estimativa para este serial killer.

Gilles de Rais (140+)

Herói de guerra francês do século XV, Gilles foi o pior matador medieval da Europa. Aliado de Joana D’Arc durante a Guerra dos Cem Anos era expert em retirar ingleses da França. Depois de ser nomeado Marechal da França pelo Rei Charles VII, estabeleceu-se na Grã-Bretanha, onde dirigiu seus heróicos impulsos para torturas e assassinatos. Gostava principalmente de matar meninos, que eram sodomizados e depois decapitados. Também se divertia observando seus servos “destrinchando” os corpos dos meninos e masturbava-se sobre suas entranhas.

Pelo fato de ser barão, ninguém associou o desaparecimento de meninos nas redondezas de seu castelo, onde residia com sua esposa. Era patrono das artes, além de praticar magia negra e alquimia. Seu reinado de terror só terminou quando o Duque da Grã-Bretanha encontrou os restos mortais mutilados de cinquenta meninos em seu castelo. Ele confessou ter assassinado 140 garotos, mas acredita-se que este número deve ser maior do que trezentos. Em 1440, Gilles foi enforcado e queimado simultaneamente. Seus dois cúmplices e servos também foram incinerados vivos.

Luis Alfredo Gavarito (140)

Em 1999, o colombiano Luis Alfredo Gavarito confessou estuprar, torturar e matar 140 crianças em cinco anos de carnificina. Durante as investigações, foram encontrados 114 esqueletos. Em seu bolso, o homicida carregava um velho caderno, onde em 140 linhas estavam simbolizadas cada uma de suas vítimas.
Os corpos mutilados, a maioria masculinos com idade entre 8 e 16 anos, foram descobertos em mais de sessenta cidades da Colômbia. Os corpos estavam decapitados e com sinais de amarradura e mutilação.

A Caçada Nacional foi disparada depois que 36 corpos em decomposição foram encontrados perto da cidade de Pereira, em 1997. Na época da investigação, as suspeitas eram de que se tratava de casos relacionados com rituais de magia negra. As autoridades também suspeitaram de tráfico de órgãos e pedofilia. Depois de dezoito meses de investigação, Garavito foi preso sob acusação de estuprar uma criança, em Villavivencio.
Nascido na Colômbia, na região cafeeira, era o mais velho de sete crianças. Foi repetidamente espancado pelo pai e violentado por dois vizinhos. Garavito também era alcoólatra incontrolável, além de ter sido tratado por depressão e por tendências suicidas. Declarou ter cometido a maioria dos crimes enquanto estava alcoolizado. Estudou somente por cinco anos, e saiu de casa aos 16 anos. Trabalhou como caixeiro de loja e vendedor de rua de imagens religiosas e cartões de oração.
Os promotores do caso declararam que ele encontrava suas vítimas nas ruas, ganhando sua confiança ao oferecer-lhes refrigerantes e dinheiro. Possivelmente, cometeu o primeiro assassinato em 1992.
A polícia só se deu conta que havia um serial killer à solta depois que 25 corpos foram encontrados na cidade de Pereira. As vítimas foram encontradas com a garganta cortada, e alguns traziam nos corpos sinais de tortura e estupro. Eram crianças pobres, que perambulavam pelas ruas do mercado ou moravam na rua. Garavito era conhecido como PATETA, O LOUCO e O PADRE. Apresentava-se como vendedor de rua, monge, indigente, doente ou representante de fundações fictícias para idosos e educação infantil. Dessa maneira, conseguia abertura para atuar nas escolas como palestrante.
Mudou-se para diversas partes do país depois que começou a matar um extenso número de vítimas, em 1994. Passou um tempo no Equador, mas não se sabe ao certo o número de vítimas executadas no país.
A maioria dos assassinatos ocorreu no Estado de Risaralda e sua capital, Pereira. Quarenta e um corpos foram encontrados nessas regiões e 27 na cidade vizinha de Valle de Cauca. Em maio de 2000, na cidade de Bogotá, foi condenado a 1.853 anos de prisão.

Delfina & Maria de Jesus Gonzales ( 91+)

Estas duas irmãs mortais dirigiam um bordel na cidade de Guanajuato, México. Recrutavam prostitutas através de anúncios solicitando ajuda e as matavam quando paravam de agradar a clientela. Algumas vezes também mataram “clientes ricos”. Depois de muitos desaparecimentos inexplicados, a polícia encontrou os corpos de onze homens, dezoito mulheres e vários fetos enterrados nos arredores do estabelecimento.

Elizabeth Bàthory (40+)

Condessa húngara do século XVI, Elizabeth Bàthory adorava se banhar em sangue, já que acreditava que permaneceria com o aspecto sempre jovial. O número estimado de moças assassinadas para levar a cabo dez anos de tratamento de beleza variava entre quarenta e sessentas vítimas.
A sangrenta condessa, viúva de um herói húngaro e descendente do legendário Vlad o Impalador, filho do Conde Drácula, passou a vida mergulhada em magia negra e sadismo. Sabe-se que, por exemplo, extirpou a boca de uma serviçal por ela ser muito barulhenta. Em janeiro de 1611, após rumores sobre seu comportamento, um grupo liderado pelo Conde Thurzo (primo) entrou no Castelo Csejthe e flagrou-a em seu banho estético.
Para proteger o nome de família, a condessa nunca foi formalmente acusada de nenhum crime, mas o Conde condenou-a a prisão domiciliar. A condessa foi trancada em sua torre por maçons. Duas cúmplices suas tiveram os dedos amputados antes de serem queimadas. O único cúmplice homem foi decapitado. A condessa morreu em 21 de agosto de 1614, três anos depois de ter sido trancada em seu quarto. Parece que o elixir fazia mesmo diferença…

Jane Toppan (31+)

Jane Toppan nasceu em Boston com o nome de Nora Kelly, em 1854. Ainda era criança quando sua mãe morreu e seu pai, alfaiate, foi internado por tentar costurar seus próprios olhos para sempre. Depois de um breve tempo no orfanato, Nora foi adotada pela família Toppan e trocou seu primeiro nome para Jane. Levou uma vida normal até que foi rejeitada por seu noivo. Teve então um colapso nervoso e tentou cometer suicídio, mas fracassou.
Na escola de enfermagem, sua curiosidade mórbida por necropsias começou. Foi demitida depois que dois pacientes sob seus cuidados morreram misteriosamente.
Passou então a trabalhar em domicílio. Logo foi considerada bondosa e sensível enfermeira, que cuidava dos doentes e idosos das famílias mais tradicionais de Boston. Ainda assim, a maioria de seus pacientes e de suas famílias morria misteriosamente depois que ingeriam sua “poção especial”. Por mais de duas décadas, Jane fulgurou em lares da alta sociedade da Nova Inglaterra com seus coquetéis de morfina, que causaram pelo menos 31 mortes.
O primeiro “Anjo da Morte” americano terminou seu reinado em 1901, quando quatro membros da família Davis morreram. A suspeita logo caiu sobre a enfermeira que cuidava deles. O marido da quarta vítima pediu a polícia de Massachusetts que fosse feita um exame necroscópico em sua esposa. As autoridades então confirmaram uma dose letal de morfina e atropina como causa da morte. Jane fugiu, mas foi presa em Amherst, em outubro de 1901.
Já em custódia, confessou 31 assassinatos, mas acredita-se que este número esteja entre setenta e cem mortes. Em seu julgamento, realizado em 1902, médicos testemunharam que Jane nasceu com uma “condição mental fraca”, mas ela acabou confessando no tribunal que sua ambição era eliminar mais pessoas que qualquer homem ou mulher, vivo ou morto. Depois desta declaração, foi considerada insana e dirigida para um asilo, onde morreu aos 84 anos, em 1938. Até antes de morrer apresentava fantasias assassinas.

Patrick W. Kearney (28+)

Patrick W. Kearney foi o mais temível serial killer de estradas da Califórnia. Agia de forma meticulosa e organizada, deixava suas vítimas desmembradas e asseadas em sacos de lixo ao longo das rodovias da Califórnia. Kearney e seu amante, David D. Hill, eram veteranos de guerra, viviam numa arrumadíssima casa em Redondo Beach, de onde planejavam suas ações homicidas.
Os “assassinos do Saco de Lixo”, como ficaram conhecidos, iniciaram suas atividades em 1975 e terminaram em 1977, quando o casal entrou no centro de informações do xerife em Riverside e viram seu próprio pôster de procurados, resolvendo então se entregar.
Depois de uma longa investigação, a dupla foi solta por falta de provas. Após novas averiguações, Kearney carregou a culpa sozinho e confessou que o ato de matar excitava-o e lhe dava uma sensação plena de domínio.

Marcel Petiot (24+)

Durante seus estudos na escola de medicina, Marcel Petiot já era apontado como um ladrão. Acredita-se que, depois de formado, matou três de seus pacientes na cidade de Villanueye, na França. Forçado a se mudar foi para Paris, onde continuou sua carreira como vigarista e trapaceiro. Durante a segunda Guerra Mundial, O dr. Petiot vislumbrou uma oportunidade de ouro para fazer muito dinheiro: comprou uma casa na Rua Lesueur e tornando-a à prova de som, uma perfeita armadilha para suas vítimas. Matou mais de 63 pessoas, em sua maioria judeus, que tentavam escapar dos soldados nazistas.
O astuto médico dizia para suas “pacientes” que era membro da Resistência Francesa e arrumava fugas seguras para a América do Sul, cobrando, é claro. Depois de receber o dinheiro, o doutor aplicava uma injeção letal em suas vítimas dizendo que se tratava de vacina contra doenças tropicais. Levava-as até um quarto à prova de som onde pedia que esperassem a resistência. Quando o veneno fazia efeito, o prazer de Petiot era observar suas mortes através de “buracos de espiar” especialmente feitos com este fim. Terminada a cena, mutilava os corpos e os jogava num poço de cal. Depois passou a incinerar os corpos, quando foi preso em 1944..
Foram encontrados 27 corpos mutilados no seu porão. O médico alegou que eram nazistas mortos pela Resistência, um puro francês fazendo seu dever, e foi liberado pela polícia. Livre, desapareceu. Só foi preso novamente meses depois, quando um jornal acusou-o de ser um simpatizante nazista. Foi então acusado de 24 mortes. Durante o julgamento, confessou 63 assassinatos de “inimigos da França”.
Ninguém acreditou que ele era da Resistência, e com base em fortes evidências dos crimes, foi condenado à morte e guilhotinado em 26 de maio de 1946. Também se acredita que a conta de assassinatos possa ultrapassar o de 63casos, e que os corpos teriam sido jogados no Rio Sena ou no parque Bois de Boulogne, onde foram encontrados vários corpos desmembrados em 1942.

Bela Kiss (24)

Serial killer húngaro, suas façanhas foram imortalizadas pelo poeta surrealista Antonin Artaud. Em 1912, depois de mudar-se com sua esposa para a vila de Czinkota, ela começou a ter um caso extraconjugal. Em seguida, os amantes sumiram e Bela contou aos vizinhos que eles fugiram. Logo depois, adquiriu 55 barris de metal. Alegou para a polícia local que iria estocar gasolina por causa da iminente guerra. Em 1914, foi recrutado pelo exército e enviado para o campo de batalha. Morreu na guerra. Quando alguns soldados passaram pela cidade à procura de gasolina, um deles se lembrou dos barris de Bela Kiss. Ao abrirem na certeza de encontrar o combustível, encontraram 24 corpos preservados em álcool. Aparentemente, Bela chamava a si próprio de Hoffman e publicava anúncios em jornais locais descrevendo a si mesmo como um solitário viúvo procurando companhia feminina. Garroteava aquelas mulheres que respondiam ao anúncio, e as colocava nos barris. Os corpos de sua esposa e do amante também foram encontrados ali. Ao investigarem sua morte, constataram no hospital que ele havia trocado de identidade com algum soldado ferido gravemente, e que escapara ileso da guerra. Nunca foi encontrado, apesar de falsos alarmes de que teria sido visto em Budapeste ou Nova Iorque.

Lucian Staniak (20)

Conhecido como “A Aranha Vermelha”, Lucian Staniak foi o serial killer que fez o maior número de vítimas na Polônia. Seu reinado de terror começou em 1964. Foi um assassino pitoresco que deixava notas poéticas comentando seu comportamento. Matou sua primeira vitima durante um feriado nacional, deixando a seguinte nota:” Colhi uma suculenta flor em Ulsztyn e farei isso com mais alguém, porque não há feriado sem funeral.” Nos três anos seguintes, este criminoso sexual matou e mutilou pelo menos vinte mulheres.
Foi descoberto pela polícia quando matou uma colega membro do Clube dos Amantes da Arte. Suas pinturas, feitas principalmente em vermelho e sobre cenas de mutilação, fizeram os investigadores suspeitar dele. Averiguando seu passado recente de dois anos, a polícia percebeu que seus passos combinavam com os crimes. Depois de confessar, foi enviado para um hospício, onde ainda exerceu muito de sua arte.

Alexander (Sasha) & Lyudmila Spesivtsev (19+)

Crianças de rua, donas de uma aparência agressiva e adulta, mas desesperadamente abandonadas, famintas e viciadas a cheirar a cola que inibe a dor de sua fome. Crianças que em geral fugiram de pais bêbados e violentos, estas eram as vítimas em potencial de Sasha. Alexander Spesivtsev, 27 anos, matou no mínimo dezenove crianças de rua, que ele via como detritos da sociedade e futuros viciados e prostitutas. Com a ajuda de sua mãe, Lyudmila Spesivtsev, ele as cozinhava e canibalizava. Atraía suas vítimas das ruas e estações de trem para sua casa, localizada na cidade de Novokuznetsk, na Sibéria. Na prisão, gastou todo tempo sendo submetido a testes psiquiátricos e escrevendo poesias sobre o demônio da democracia. A mãe isolou-se em si mesma e não emitiu uma palavra desde sua prisão.
Em outubro de 1999, Sasha foi julgado insano e preso em um hospital psiquiátrico de segurança máxima. A mãe foi condenada a treze anos de prisão por ajudá-lo em seus crimes.
Sasha guardava as roupas como troféus, mas até que sejam feitos testes de DNA no sangue encontrado nas roupas, não se saberá ao certo quantas crianças esta lunática família matou.

Gerd Wenzinger (19)

Em julho de 1997, o médico Gerd Wenzinger foi acusado de assassinar e torturar dezenove mulheres no Brasil e na Alemanha. Enforcou-se em sua cela, no Brasil, depois que a Corte aprovou sua extradição para a Alemanha. Foi acusado de matar treze mulheres na Alemanha e quatro no Brasil. Sua primeira tentativa de suicídio foi quando soube que um policial alemão encontrou um videoteipe mostrando a mutilação de uma de suas vítimas.

Donato Bilancia (18)

Em maio de 1998, Donato Bilancia confessou vários assassinatos na Riviera Italiana, se dizendo insano. Bilancia passou sete horas depondo e fumando, confessando dezoito assassinatos de outubro de 1997 até maio de 1998. Pediu tratamento, pois alegava não entender o que havia feito. Não conseguia explicar a si mesmo o que acontecera: alguma coisa saiu de seu controle, disse seu advogado. Disse que agiu sozinho e por iniciativa própria. Depois de matar dois policiais que estavam indo ajudar uma travesti que estava sendo atacado, Bilancia foi reconhecido por essa mesma vítima, de nome Lorena. O irmão de Bilancia, onze anos antes, se jogou na frente de um trem juntamente com seu bebê na linha Genoa-Ventimiglia, a mesma em que ocorreram os assassinatos.
Em seu apartamento foram encontrados vídeos pornográficos, seringas, uma estátua de um pênis. Contou em detalhes como matou um atendente de posto de gasolina, dois ourives, dois operadores de câmbio, duas mulheres nos lavatórios do trem, dentre elas uma enfermeira com tiros, três guardas de segurança, quatro prostitutas (uma de cada nacionalidade), um jogador conhecido na área e sua e um colega jogador (estrangulado com fita adesiva). Foi condenado a treze penas de prisão perpétua em abril de 2000, na cidade de Gênova.

Robert Christian Hansen (17+)

Modelo de pai e padeiro, Bob, como era conhecido, se tornou o mais ativo serial killer na história do Alaska. Entre 1973 e 1983, esse piloto exímio e ávido caçador abordava prostitutas e dançarinas para um voo sem volta até sua cabana nas florestas ali da região. Neste local, as estuprava e assassinava. Depois de mantê-las como escravas sexuais por alguns dias, soltava-as na floresta e as caçava como animais, enquanto elas tentavam fugir desesperadamente. Para este “esporte”, usava sofisticadíssimos rifles de caça.
Bob confessou dezessete assassinatos no que chamava de “Projeto Verão”. Em 1984, foi sentenciado à prisão perpétua e a mais 461 anos. Tem esperanças de se tornar escritor, e duas editoras já ofereceram contratos para que ele conte suas histórias de horror.

Richard Ramirez (16+)

Richard Ramirez aterrorizou a cidade de Los Angeles durante o ano de 1985. Fã do grupo de rock AC/DC e ávido satanista, foi apelidado pela imprensa de “O Caçador da Noturno”, porque espreitava suas vítimas em suas casas à noite. Entrava sorrateiramente em suas residências, assassinava, estuprava, sodomizava e roubava. Frequentemente mutilava os corpos, e deixava pentagramas satânicos desenhados no local do crime. Pensava que o poder de Satã iria protegê-lo de ser capturado. Em 1985, foi identificado e sua fotografia colocada nas primeiras páginas de vários jornais da Califórnia. Ao ser reconhecido nas ruas, quase foi linchado. Durante o julgamento, desenhou um pentagrama na palma da mão, que sempre exibia para a audiência. Foi condenado por treze assassinatos e condenado à morte. Enquanto aguarda a sua execução na prisão de San Quentin, continua a ter fé em Satã. Casou-se com uma de suas fãs.

Jose Antonio Rodriguez Vega (16+)

Jose Antonio Rodriguez Vega foi apontado como o maior matador da Espanha. Vega assassinou pelo menos dezesseis velhas viúvas perto de Santander, cidade costeira no norte da Espanha. Pedreiro de construção civil, Vega entrava na casa das senhoras usando o pretexto de fazer um trabalho para elas. Ao entrar, ficava tomado de excitação e pulava em suas vítimas. Usualmente as estrangulava, tirava suas calcinhas, acariciava sua genitália e/ou as estuprava depois da morte usando vassouras e outros objetos.
Embora fossem ataques de teor sexual, nenhum sêmen fora encontrado nas vítimas, porque o assassino era impotente. Veja era um indivíduo extremamente meticuloso e limpo, dificilmente deixava rastros ou pistas nas cenas de seus crimes.
Suas primeiras três vítimas nem constavam como vítimas de homicídio até sua prisão. Vega colocava suas vítimas “para dormir” em suas camas, convencendo a todos que elas morreram dormindo devido a sua idade. Começou a matar em 1986, depois de ficar preso parte da pena de 27 anos que fora condenado por estupro. Esses crimes pararam com sua primeira prisão, em 1988.
Frio e calculista, Vega gostava de levar troféus de cada uma de suas vítimas. Em seu apartamento de um só quarto, que dividia com uma mulher, criou um altar dedicado à sua coleção fetichista de cada um de seus crimes. Foi capturado quando as autoridades mostraram um vídeo desse altar…muitos espectadores reconheceram objetos de seus entes mortos. Durante seu julgamento, em 1991, ele adorava a excitação do público querendo linchá-lo. Impecavelmente vestido, recebeu uma sentença de 440 anos de prisão, o que pelo sistema da Espanha não significa mais de vinte anos. Foi colocado novamente em liberdade em 2008.

Thomas Quick (15+)

“Tommy Boy”, como ficou conhecido, matou pelo menos dez pessoas na Suécia em dois anos. Foi abusado fisicamente e sexualmente na infância, e ao crescer queria ser padre. Fez o contrário disso e tornou-se um serial killer. Cometeu seu primeiro assassinato quando tinha catroze anos. Gostava de matar garotos e fazer sexo com seus corpos. Também os desmembrava e levava partes de seus corpos como troféu. Quando preso, alegou ter um cemitério particular, mas este nunca foi encontrado. Foi condenado por matar uma família holandesa em férias no norte da Suécia, em maio de 1997, e por matar um turista israelense em 1998. Preso, confessou mais seis assassinatos na Noruega. Mais outras cinco mortes foram ligadas a ele.
Em novembro de 1997, a polícia norueguesa encontrou fragmentos de ossos de uma das vítimas. O caso já repercutindo na Noruega, estava sendo investigado há mais de dez anos. A garota tinha desaparecido de uma área residencial em Drammen, em julho de 1988. Nada mais se ouviu sobre ela até março de 1996, quando Quick confessou que a raptou e matou. Descreveu seu relógio de pulso com muitos detalhes, mostrando onde supostamente a enterrou, onde a polícia encontrou seus restos mortais.
Ao reencenar o assassinato de dois turistas holandeses, Quick entrou em surto psicótico, perdeu o controle e começou a uivar e a ranger os dentes furiosamente. Para manter o país em segurança, Quick permanece preso num hospital de segurança máxima para criminosos insanos.

Peter Sutcliffe (13+)

Entre 1975 e 1984, Peter ficou conhecido como “O Estripador de Yorkshire”, aterrorizando prostitutas no noroeste da Inglaterra, com seu martelo e outros instrumentos de tortura. Um funcionário de necrotério, que alegava falar com Deus frequentemente. Deus ordenou a ele que caçasse prostitutas e como um bom cristão ele obedeceu. Mas gostou demais do trabalho santo, esfaqueando e martelando suas vítimas até a morte. A polícia estava frustrada com as numerosas falsas confissões que receberam durante as investigações. Em 2 de Janeiro de 1981, Peter foi finalmente preso num carro com uma prostituta.
Em custódia, confessou tudo. Também foi suspeito de ter matado e mutilado outras mulheres na França e Suécia, durante viagens ao exterior. Em março de 1997, foi esfaqueado (com carga de caneta) nos dois olhos por um desafeto na penitenciária psiquiátrica em que estava internado, durante uma briga. Acredita-se que ele estava em seu quarto quando foi atacado. Seu assassino disse que o matou depois que ele falou que Deus mandou que matasse treze mulheres. Disse que se isso fosse verdade, o Diabo tinha mandado que o matasse. Em março de 1996, Petre já tinha sido atacado por outro interno, numa tentativa de garroteamento com um fone de ouvido.

Rosemary & Fred West (12+)

O casal Fred e Rosemary foi acusado de matar dez pessoas, entre mulheres e jovens durante um período de 16 anos. Eles gostavam de atrair fugitivas com oferecimentos de carona, alojamento ou trabalho como babás. Depois de dominadas dentro de sua “Casa dos Horrores”, as meninas eram despidas, amarradas com fita adesiva, estupradas, torturadas e depois assassinadas, desmembradas e enterradas. O casal foi preso em sua casa letal, onde foram descobertos restos mortais também de sua filha de 16 anos Heather, que havia desaparecido em 1987. Mais oito corpos foram desenterrados debaixo da casa, inclusive o corpo da enteada de Rosemary, Charmaine.
Fred se enforcou na penitenciária em 1995, depois de ter confessado 12 assassinatos. Foi também acusado de ter matado sua ex-mulher e a babá, que enterrou perto de sua casa. As autoridades acreditam que Fred tenha matado mais mulheres. Rosemary, assumida prostituta, ainda alega inocência. Em 1995 foi condenada à prisão perpétua por 10 assassinatos. As autoridades ainda investigam o paradeiro de outras nove mulheres desaparecidas que supostamente, frequentaram a casa do casal.

The Bender Family (11+)

Os Bender era uma família, pai mãe e filha, que em 1871 construíram uma espécie de taverna. Kate, a filha, se autoproclamava curandeira espiritualista, e dizem que era muito bonita. Durante dois anos, muitos viajantes desapareceram. Quando finalmente a polícia suspeitou da família, eles fugiram. Numa busca na propriedade, onze corpos foram encontrados enterrados no jardim, seus crânios esmagados por um martelo. O fim da família Bender continua desconhecido.

Ali Reza Khoshruy Kuran Kordiyeh (9)

Em agosto de 1997, Ali Reza conhecido como “Vampiro de Teerã”, foi enforcado diante de uma multidão extasiada. Ele foi considerado culpado, aos 28 anos, por sequestro, estupro e assassinato de pelo menos nove mulheres, fingindo-se de motorista de táxi. Para esconder os cadáveres, enchia-os de gasolina e ateava fogo. Alguns dos corpos não ficaram totalmente destruídos e depois de periciados, encontraram mais de 30 facadas em cada um.
Antes de ser enforcado, o vampiro recebeu 214 chibatadas de parentes das vítimas. Como parte de sua punição, também foi açoitado pelas autoridades da prisão.
Foi preso pela primeira vez em 1993, por sequestro e estupro, mas escapou durante seu transporte para a corte. Foi encarcerado novamente por comportamento suspeito num shopping, e depois reconhecido através de um retrato falado da polícia, elaborado por duas mulheres que escaparam de seu ataque.
Confrontado com as evidências, que incluíam manchas de sangue em seu carro, ele confessou. Para o fascínio dos iranianos, seu julgamento foi transmitido ao vivo, mas não puderam televisionar sua execução. Apesar disso, um vídeo clandestino cruzou as fronteiras e o mundo assistiu seu castigo. Seus assassinatos ocorreram entre fevereiro e junho de 1997.

Ian Brady & Myra Hindley (9)

Ian e Myra trabalhavam juntos numa indústria química em Hyde, Grande Manchester, Inglaterra. Juntos, eram obcecados por parafernália nazista, pornografia e sadismo. Começaram a raptar crianças assassiná-las. Molestaram todas suas vítimas antes de matá-las.
O casal documentava seus crimess. Tinham uma extensa coleção de fotografias de suas vitimas, bem como gravações de áudio dos gritos de uma menina torturada até a morte. Em 1966, foram presos depois de levar para acompanhá-los o cunhado de Myra, depois dele dizer que duvidada que Ian fosse capaz de matar alguém. Ian eliminou um garoto na sua frente. Em vez de admirá-lo, o cunhado procurou a policia. Depois de 20 dias de prisão, Ian confessou outros quatro assassinatos.
Em 1995, Myra, que estava presa junto com Rosemary West, deu seu primeiro depoimento público sobre os crimes, dizendo que agora era outra mulher. A suprema corte da Inglaterra, em 1997, depois de uma apelação decidiu que ela passaria o resto de seus dias na cadeia, sem possibilidade de condicional. A pena imposta em 1985 foi de 30 anos.
Myra alegou que só participou dos assassinatos porque Ian abusava dela, ameaçando matar sua mãe, avô e irmã.

Marc Dutroux (5+)

Em 13 de agosto de 1996, Marc Dutroux de 39 anos, homossexual e desempregado eletricista, foi preso depois de entregar às autoridades duas garotas famintas, que ele havia mantido em cativeiro especial na Bélgica. O local ficava debaixo de sua casa e o acesso era por um túnel, onde as meninas eram mantidas numa cela, totalmente inacessíveis. A polícia seguiu a pista de Dutroux quando uma pessoa anotou as placas de sua van no desaparecimento de uma garota de 14 anos, quando ela voltava da natação.
Na casa de Marc, foi encontrada essa vítima e uma outra identificada como Sabine de 12 anos, que estava desaparecida há três meses. As duas haviam sido sexualmente abusadas. Quatro dias depois a polícia desenterrou do quintal de Marc os restos mortais de duas meninas de 8 anos, Julie e Melissa, que morreram de fome quando ele foi preso e encarcerado por outra violação da lei. Durante intensas buscas, outro corpo foi encontrado: o de Bernard Weinstein, um sócio de Dutroux que, segundo ele, falhou em alimentar as meninas presas. Depois de libertado, Marc matou o sócio num acesso de raiva depois de encontrar as garotas mortas. A esposa dele também estava incubida de alimentar as meninas, alegou que tinha medo de entrar nas celas delas.
Em setembro, mais dois corpos foram descobertos: An de 17 anos e Eefje de 19 que foram raptadas, em 1995. Elas foram enterradas na casa de Dutroux em Jumet, uma das seis propriedades que ele tinha na região. Dutroux era dissimulado e calculista. Confessou mais cinco assassinatos e levou as autoridades a escavarem quase metade da Bélgica. Chegaram a emprestar um radar da Scotland Yard, o mesmo que ajudou a encontrar os corpos enterrados pelo casal West. Dutroux também apareceu como chefe de uma rede internacional de prostituição infantil, que dirigiu com sua esposa e mais cinco sócios vizinhos. Dois policiais foram processados por ajudar Marc e seus cúmplices com carros roubados e tráfico de drogas. A Interpol já investigava a rede internacional de pedofilia e os desaparecimentos como fatos correlatos. Em 1993, um informante avisou a polícia sobre Dutroux, dizendo que ele construía celas para prender crianças raptadas. Em 1996, os investigadores fizeram outras visitas à casa de Dutroux onde duas garotas estavam cativas, mas acreditaram nele quando alegou que os gritos eram de seus filhos.
Dutroux foi colocado em liberdade em 1992, depois de servir três anos de uma pena de 13 anos pelo rapto e estupro de cinco meninas. Dutroux foi suspeito de doze outras mortes, incluindo uma menina que desapareceu na Eslovênia.

Dimitris Vakrinos (5)

Esse serial killer grego matava suas vitimas depois que elas zombaram de sua baixa estatura que era de, 1,62m. Ao longo de dez anos eliminou cinco pessoas, cometeu seis tentativas de homicídio e quatro assaltos a mão armada. Era motorista de táxi e foi preso em abril 1997. Cometeu suicídio enquanto aguardava julgamento. Usou cordões de sapatos e enforcou-se no chuveiro de sua cela.

Arthur Bishop (5)

Um devoto mórmon, Arthur Bishop gostava de passar muito tempo com crianças. Depois de ser processado por apropriação em Utah, mudou de nome e desapareceu. Quando a polícia o levou para um interrogatório de rotina, ele confessou seus crimes e admitiu ter molestado de inúmeras crianças. A moda mórmon, ele declarou que estava feliz por ser pego, porque só assim não faria outra vez. Morreu por injeção letal em junho de 1998. Com nome de Roger Downs, participou do Big Brother América.

ILyda Catherine Ambrose (5)

Típica viúva negra deixou uma trilha de cinco maridos e amantes mortos, pelos quais recebeu o seguro de vida. Nascida em 1891, matou o primeiro noivo em 1917, no Missouri. Ele morreu de fortes dores no estômago, depois de fazer uma apólice de $2.500 no nome dela. Depois do sepultamento, Lyda voltou seu charme para o irmão da vitima, e casou-se com ele depois da morte do noivo. Três meses depois, ele também faleceu de um problema estomacal depois de torná-la beneficiaria de outro seguro no mesmo valor.
Sua próxima parada foi Idaho, onde se casou com um dono de restaurante onde trabalhava como garçonete. Pouco tempo depois, o homem caiu morto por causa de úlceras estomacais. Ele havia se esquecido de assinar os documentos do seguro, e ela não conseguiu receber. Sua quarta vitima foi outro marido, que matou três meses depois das bodas. O seguro estava assinado e era de U$10.000. Casou-se pela quarta vez com a vitima 5 em 1920, e depois de sua morte recebeu U$ 12000. Quando a polícia revistou sua casa, encontrou excessiva quantidade de arsênico. Um teste toxicológico no último marido revelou pesadas doses de veneno nos restos mortais. A polícia a prendeu na Califórnia e devolveu-a a Idaho, onde cometeu o assassinato mais recente. Escapou da prisão em 1931, mas foi recapturada em 1932 no Kansas, onde procurava um novo marido. Morreu de velhice na prisão.

Ricardo Caputo (4+)

Conhecido como ‘O MATADOR DE SENHORAS’, este argentino foi preso em março de 1994, depois de vinte anos de assassinatos. Sua primeira vitima foi uma jovem mulher em Nova Iorque a quem ele estrangulou e esfaqueou nos anos 1970. Caputo foi preso por homicídio e internado numa instituição para doentes mentais, de onde escapou. Se disfarçava de artista e deixou uma trilha de sangue de Nova Iorque até São Francisco e a Cidade do México. Apesar de só ter sido acusado de quatro assassinatos, acredita-se que matou muito mais. Uma possível vítima Devan Green, era garçonete num restaurante em Los Angeles e foi encontrada morta em 1981. O Departamento de Polícia de Los Angeles ligou Caputo ao restaurante onde, na época do assassinato, ele estava trabalhando na cozinha sob o nome de Bob Martin. Morreu de ataque cardíaco enquanto jogava basquete na penitenciária, em 1998.

Michael Lupo (4+)

Michael Lupo serviu na elite do exercito italiano, unidade de comando, antes de dedicar sua vida ao sadomasoquismo. Em 1975, Lupo mudou-se para Londres, onde iniciou uma carreira de cabeleireiro e começou seu caminho para ter uma butique de estilo. Ele também dizia ter tido 4000 amantes gays e desenvolveu um fetiche por chicotes, construindo uma moderna câmara de tortura em sua casa. Em 1986, Lupo foi diagnosticado com o vírus da AIDS. Começou sua vingança contra a noite gay. Depois de dois meses, matou quatro homossexuais que havia conhecido em bares da região e deixou seus corpos espalhados nas ruas de Londres, retalhados e untados com excremento. Depois de duas vitimas potenciais escaparem, a polícia prendeu Lupo em maio, de 1986. Recebeu quatro sentenças de perpétua.

Thomas ” Zoo Man” Huskey (4)

Em fevereiro de 1999, depois de um júri se avaliar incapaz de definir se “Zoo Man” era insano, o julgamento foi anulado nesta acusação de quádruplo homicídio. A defesa alegou que ele tinha múltiplas personalidades, e que não tinha o controle sobre seus atos. Uma personalidade em particular, o diabólico alter-ego Kyle, confessou os assassinatos de quatro prostitutas, em 1992, no Tenesse. Tinha esse apelido porque pagava garotas de programa e as levava para um estábulo perto de um zoológico. Já tinha sido condenado por atacar e estuprar muitas mulheres entre 19 91 e 19 92, e cumprindo pena de 66 anos por estes delitos.
Segundo um psiquiatra que depôs em seu julgamento, ele tinha uma desordem cerebral quando foi examinado pela primeira vez em 1977. Ainda segundo sua defesa, foi recrutado por uma rede de prostituição quando ainda muito jovem, que o teria deixado traumas permanentes. De acordo com sua avaliação, ele não estava sadio no momento dos crimes.

Beverly Allit (4)

Enfermeira que sofria da Síndrome de Munchausen Modificada (desejo de matar ou machucar para conseguir atenção), recebeu treze penas de perpétua em 1993, depois de matar uma criança e atacar outras nove. A investigação constatou vários incidentes de pacientes com respiração por ventilação ou recebendo medicamento por soro (defeito nas bombas) em diversos hospitais em duas cidades. Encontra-se internada perpetuamente num hospital para doentes mentais de alta periculosidade. Não é nada provável que saia dali, mas se isso acontecer, os pais das crianças juraram matá-la.

Tsutomu Miyazaki (4)

Tsutomu Miyazaki foi acusado de sequestrar e matar quatro jovens em Tóquio e Saitama, entre os anos 1988 e1989. Em Saitama, sequestrou uma menina de quatro anos e a estrangulou numa floresta num subúrbio de Tóquio, em agosto de 1988. Cinco meses depois queimou o corpo da criança perto de sua casa. Depositou as cinzas numa caixa de papelão e a deixou em frente de sua casa. Em outubro do mesmo ano fez a mesma coisa com uma menina de sete anos. Em dezembro, aproximou-se de outra menina de quatro anos, estrangulou-a num estacionamento e abandonou seu corpo numa área florestal próxima. Em junho de 1989, raptou uma menina de cinco anos, estrangulando-a em seu carro. Depois mutilou seu corpo e abandonou as partes em áreas florestais de Saitama e de Tóquio.
Foi preso em julho 1989 por molestar outra vítima, e foi pego pelo pai dela. Confessou os quatro assassinatos durante o interrogatório. Em sua casa foram confiscados mais de 5800 vídeos, dentre eles desenhos animados. Dentre as gravações, havia um com cenas com cinco minutos de duração de uma das mutilações de uma vítima. Disse que não ficava confortável com mulheres, e por isso escolhia crianças.
Declarou que não tinha interesse em seu próprio julgamento. Admitiu os todos os sequestros, mas admitiu que parecia estar num sonho. Depois alegou que não se lembrava de nada. Os trabalhos da corte foram suspensos em 1993, para novo laudo psiquiátrico. O primeiro mostrou que sua condição mental, apesar dos sinais de desordens de personalidade, ainda o mantinham responsável por seus atos. Um segundo teste contradisse o primeiro, sugerindo que sofria de múltipla personalidade e esquizofrenia. Foi diagnosticado como psicopata que também praticava necrofilia e condenado para passar o resto da vida em instituição psiquiátrica.

Andonis Daglis (3)

Em janeiro de 1977, esse serial killer grego foi condenado por estuprar e assassinar prostitutas e cortá-las com uma serra elétrica. Por seus crimes foi condenado a treze sentenças de perpétua. Também foi condenado por tentar matar outras seis mulheres. Foi chamado pela mídia de ‘O ESTRIPADOR DE ATENAS’, já que depois das mortes, cortava-as em pedaços e jogava suas partes ao longo de uma estrada. Uma das testemunhas escapou depois de convencê-lo de que não era prostituta. Toda a Grécia acompanhou seu julgamento pela TV.

Paul Michael Stephani (3)

Presidiário conhecido como ‘ASSASSINO CHORAMINGAS’ por seus telefonemas chorosos insultando a polícia nos anos 1980, confessou ter cometido três assassinatos, dois deles anteriormente sem solução. Em dezembro de 1977, Paul disse aos investigadores que queria confessar e desculpar-se com os familiares das vítimas antes de morrer de câncer. Tinha um melanoma e menos de um ano de vida. Em suas confissões, que foram gravadas, confessou ter matado uma vítima de 33 afogada em sua própria banheira, outra de dezoito anos furada com picador de gelo e outra de 20 anos esfaqueada (chave de fenda) e muito surrada. Também admitiu ter matado Barbara Simons, esfaqueando-a mais de cem vezes em Mineápolis. Foi sentenciado a quarenta anos de prisão por este crime.

Heriberto Seda (3)

Heriberto Seda ficou conhecido como o Copycat (imitador) do Zodíaco. Fanático pela Bíblia matava suas vítimas porque alegava que eram maldosas e demoníacas. Aterrorizou Nova Iorque entre os anos de 1990 e 1993. Deixou três mortos e cinco feridos. Também mandava cartas para a polícia gabando-se de um plano demente para massacrar pessoas que seriam escolhidas pelo seu signo, uma vítima para cada signo do zodíaco. No início, a polícia pensou em se tratar de trote. Em março de 1990, provou que não era. Usando uma máscara de esqui matou Mario Orosco, que era do signo de escorpião, atirando em suas costas e deixando-o à morte. 21 dias depois atacou German Montenedero, gêmeos, que sobreviveu. Em 31 de maio 1990, atacou Joseph Proce, touro, que morreu no hospital semanas depois. Uma nota encontrada perto dele tinha a forma de uma torta com símbolos dos signos de suas três vitimas e uma mensagem escrita: Zodíaco-Tempo de morrer. A quarta vítima, Larry Parham, sem teto, foi ferido a tiros enquanto dormia num banco do Central Park, em Nova Iorque. Depois falou para a polícia que um estranho tinha perguntado seu signo alguns dias antes de ser atingido.
Perto da cena do crime também foi encontrada outra nota com o signo de Parham. Nesta nota havia uma única impressão digital que depois foi usada para identificar Heriberto Seda como o assassino. Depois de algumas cartas para a mídia, nada mais sobre o Zodíaco foi ouvido até agosto 1992, quando Seda esfaqueou Patricia Fonte, leonina, por cem vezes.
Em 4 de junho de 1993, atirou em James Weber, libriano, na perna enquanto ele caminhava. Em 20 de julho ele alvejou John DiAcone, um sem teto virginiano.
Em 2 de outubro atirou em Diane Ballard, taurina, e a deixou parcialmente paralisada. Em agosto de 1994, enviou uma carta para o New York Post, e somente aí é que os ataques foram relacionados ao Zodíaco de 1990. No começo as autoridades tiveram dúvidas se a carta provinha do mesmo indivíduo. Através da saliva usada para grudar o selo e o adesivo AMOR nas cartas, identificaram Seda. Autoridades disseram que Heriberto, homem profundamente religioso obcecado por armamentos e lições da Bíblia, estava zangado com a irmã de 17 anos por ela andar com tipos de má reputação. Sem razão, atirou em suas costas. Seda abominava traficantes de drogas e delatava todos como informante da polícia.
Em 1996, foi preso depois de intenso tiroteio com a polícia. Quando se rendeu, foram apreendidas treze armas de ar comprimido no forro da casa. Vários armamentos, bombas, livros diabólicos, arco e flecha, facas e manuais de como fazer bombas foram encontrados em seu apartamento.
Durante os ataques, Seda usava o que parecia ser um capacete ou caçarola na cabeça. Ao escrever sua confissão no incidente com a irmã, um sargento reconheceu sua caligrafia e símbolos que usava. Checou as impressões digitais pelo computador da polícia e bateu com aquela encontrada em 1990 no Central Park, e outra encontrada numa carta para o jornal em 1994.
Em junho de 1998, foi condenado por matar três pessoas e ferir uma, e recebeu condenação perpétua.

Theresa Cross (3)

Também conhecida como Jimmie Knorr, Cross era mãe de cinco crianças, e tinha o hábito de matar suas filhas quando chegavam à puberdade. A mais velha sobreviveu, e semanas depois Teresa tentou retirar a bala sozinha, mas a cirurgia amadora deixou a menina à beira da morte. Então a ‘bondosa’ mãe deixou a menina trancada num closet, até que morresse de fome e falta de cuidados. Depois, surrou sua segunda filha até matá-la. Posteriormente, com a ajuda dos filhos homens adolescentes, levou os corpos montanha acima e os queimou numa pilha de lixo. Quando foi julgada e condenada por infanticídio, descobriu-se que antes tinha sido absolvida por ter matado o marido.

Mary Bell (2)

Mary Bell nasceu em Newcastle, Inglaterra, em 1957. Filha de mãe solteira e mentalmente perturbada foi descrita em seu julgamento, pelo assassinato de duas crianças, como muito, manipulativa e muito perigosa. Mary foi determinada a visitar os pais da sua primeira vítima quatro dias depois do corpo dela ter sido descoberto. Matou ajudada pela amiga Norma Bell (não parente). Norma, não tão diabólica como Mary, deixou escapar o segredo da amiga sobre seus hábitos letais. Suas duas vítimas tinham 3 e 4 anos. Também foi acusada de tentar estrangular quatro outras meninas e responsável pela vandalização da enfermaria escolar e de escrever ameaças nas paredes. Não foi uma prisioneira modelo, e escapou da prisão em 1977, aos 30 anos, sendo recapturada três dias depois. Em abril de 1998, suas filhas descobriram sua verdadeira identidade. Foi colocada em liberdade em 1980, e viveu no anonimato, com identidade falsa dada pelo governo. Vendeu sua história para uma autora, mas o governo impediu a transação comercial.

The Kobe School Killer (2)

Em maio de 1997, um zelador de escola se deparou a cabeça de Jun Hase, de 11 anos, um menino com retardamento mental que estava desaparecido há três dias. Para decapitá-lo foi usado um instrumento afiado e em sua boca foi encontrada uma mensagem para a polícia. Seu corpo foi descoberto mais tarde no mesmo dia, debaixo de uma casa nos bosques próximos à escola em que estudava. Era o segundo assassinato naquela área.
Em 15 de março, um agressor não identificado matou com pancadas de cano de ferro uma estudante. Antes disso, duas alunas tinham sido atacadas com um martelo.
Na nota, o assassino avisava: “Este é o início de um jogo. Vocês policiais me impeçam se forem capazes… Eu desejo desesperadamente assistir pessoas morrerem, é excitante para eu cometer assassinatos. Um julgamento sangrento foi necessário pelos meus anos de grande amargura”. A nota acabava em inglês, com as palavras “school kill” (assassino escolar), e estava assinada com uma misteriosa combinação de caracteres japoneses que significavam vinho de arroz, rosa e sagrado mestre, seguido de o the school killer.
O assassino também usou um símbolo parecido com o que usava O Zodíaco, de São Francisco. Os mesmo slogans foram encontrados escritos nas paredes perto da escola onde a cabeça JunHase foi encontrada. Dois gatos mutilados também foram localizados do lado de fora do primário, último local onde foi visto o menino morto. Perto das duas cenas de crime antes deste ataque, também foram despojadas duas carcaças de gatos.
Em junho, uma pessoa se responsabilizou pela decapitação do menino numa carta para um jornal, na qual ameaçava matar três pessoas por semana. “I am putting my life at stake for the sake of this game,”(Estou colocando minha vida em jogo por causa desse jogo), era uma das frases da carta de 1400 palavras. O assassino dizia que se fosse pego seria enforcado, e que a polícia deveria estar irritada com a sua investigação. Também afirmava que só quando matava ficava livre do constante ódio que sofria e aí estava apto a ficar em paz. Dizia que só quando causava dor à pessoa ele consegui diminuir sua própria dor. A carta estava assinada Seito Sakakibara (Apóstolo Sake Devil Rose). Estranhamente, falou que este era seu nome verdadeiro, e disse ter ficado bravo por o nome ‘devil rose’ ter sido confundido com um apelido ou codinome. Avisou que se errassem seu nome dali para frente ou estragassem seu bom humor, ele mataria três ‘ vegetais’ por semana.
No final de junho, um adolescente de 14 anos foi preso pelo assassinato de Hase e pelos outros ataques no mês de março. O menino, que não pode ser identificado por causa da idade, era o responsável. Começou carregando facas na escola. Aos 12, já exibia extrema crueldade com animais, arrastando sapos amarrados em sua bicicleta, mutilando gatos e decapitando pombos.
No quarto do garoto foram encontrados vários vídeos e revistas pornográficas. Pela lei japonesa, o assassino foi considerado muito jovem para cumprir pena na cadeia. A corte o sentenciou entre condicional e reformatório.

The Lefranc Family (?)

Em maio de 1998, uma família do norte da França foi acusada de enterrar inúmeros bebês, resultado de relacionamento incestuoso entre uma irmã e seus três irmãos. A polícia foi acionada um mês antes por um médico que atendeu aos ferimentos no chefe da família, Paul Lefranc, de 76 anos.
A polícia descobriu que o pai era escravizado, dormia num viveiro de coelhos do lado de fora da casa e era obrigado a comer numa tigela de cachorro. O cachorro da casa era treinado para atacá-lo e que também apanhava da mulher e dos filhos regularmente.